| HISTÓRIA ADMINISTRATIVA / BIOGRÁFICA / FAMILIAR: | As origens de Ílhavo ainda não foram devidamente aprofundadas. Em termos documentais Ílhavo já era mencionado em documentos de 1095.
Enquanto concelho, Ílhavo é-o, pelo menos, desde o séc. XIII, aquando da inquirição de D. Dinis, de 13 de Outubro de 1296.
A 8 de março de 1514 D. Manuel I concedeu Foral de Leitura Nova, o qual regeu a vida concelhia até à lei de Mouzinho da Silveira, de 13 de agosto de 1832, que determinou a abolição dos forais.
Em 1895, por decreto de 21 de novembro, o concelho foi extinto e anexado ao de Aveiro.
Três anos mais tarde, Ílhavo recuperou a sua autonomia, por decreto de 13 de janeiro de 1898.
A 13 de julho de 1990, a vila de Ílhavo foi elevada a cidade, dando mais um passo importantíssimo na sua história concelhia.
Ao concelho pertencem, atualmente, quatro freguesias – S. Salvador, Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação e Gafanha do Carmo, sendo um dos municípios com maior densidade populacional do distrito, tendo em conta a sua área.
Enquanto Sistema de Informação, a Câmara Municipal de Ílhavo classifica-se como um arquivo:
- ativo, visto que continua incessantemente a produzir informação;
- pluricelular, pois é composto por várias células orgânicas (secções e sub-secções);
- descentralizado, porque a documentação produzida pelos serviços encontra-se dispersa pelos vários edifícios municipais. |
| HISTÓRIA CUSTODIAL E ARQUIVÍSTICA: | A Câmara Municipal de Ílhavo, ao longo da sua existência, foi construindo o seu espólio documental, fruto da atividade dos seus serviços, entre 1296 e a atualidade.
Entre 21 de novembro de 1895 e 13 de janeiro de 1898, o concelho de Ílhavo esteve na dependência de Aveiro, pelo que não houve produção de documentação. |